lundi 12 mars 2012

HOMENS E ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICO NUNCA CONVIVERAM

MEU COMENTÁRIO:


O Escriba Valdemir Mota de Menezes encontrou na WEB este texto abaixo sobre a origem da vida, dos animais pré-históricos e dos primeiros humanos e discorda de quase todo o texto. Os animais pré-históricos foram criados em outro tempo, em um mundo que foi destruído com a queda de Lúcifer. Esta catástrofe pré-adâmica deixou a terra sem forma e vazia (Gênesis 1.2). Em Gênesis 1, Deus criou o mundo do nada (Verbo hebraico “bara” – criar do nada). Do versículo 3 em diante, Deus RECONSTROI O MUNDO em 6 dias. Os animais pré-históricos viveram neste mundo de Gênesis 1.1. O homem nunca foi contemporâneo dos dinossauros, Aqui não está em questão a TEORIA DA EVOLUÇÃO. (Escriba Valdemir Mota de Menezes)

Perguntas mais frequentes:

RESPOSTAS DE 1 A 10

1 Com quem Caim se casou?

Fácil! Caim se casou com uma irmã ou com uma sobrinha! Veja em Gên. 5:4 que Adão e Eva tiveram "filhos e filhas..."! E muitos...! Note que a genética não era tão danosa e maléfica como hoje que é cada vez pior. Além do mais, não nos esqueçamos do mandamento de Deus para o único casal: "...frutificai e multiplicai-vos..." (Gên. 1:28). Tal ordem só poderia ser obedecida com casamentos dentro do primeiro núcleo familiar...


2 Quando os dinossauros foram criados?

Existem 3 tipos de dinossauros: Marinhos, voadores e terrestres. No quinto dia da criação (Gên 1:20-23) foram criados os dois primeiros tipos. Veja que foram criados os animais alados, répteis marinhos e as grandes baleias (ou dragões, monstros). No sexto dia, foram criados o restante dos animais: todos os terrestres foram criados, juntamente com o homem!


3 Como pode ter havido luz, se o sol foi criado no 4º dia?

A luz foi criada no primeiro dia (Gên. 1:3), juntamente com a sua fonte, localizada e temporária, de modo a suprir iluminação para a terra, até a criação do sol, no quarto dia de 24 horas. O homem não precisa, então, cultuar o sol, o que é uma abominação ao Senhor (Sofonias 1:5 e Atos 7:42), pois só Ele, e não qualquer parte da criação, é o sustentador da vida!


4 Quando os anjos foram criados?

Os anjos, incluindo Lúcifer, foram criados no primeiro dia, pois todos os seres angelicais foram criados justos e se rejubilaram ao ver a criação. Em Ezequiel 28:15 aprendemos que Lúcifer foi criado em um dia (primeiro "yowm") de 24 horas!


5 Quando ocorreu a queda de Satanás

Em algum momento entre "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom..." ( Gên. 1:31) e "Ora, a serpente era a mais astuta..." ( Gên. 3:1)


6 Como pode Adão dar nome a todos os animais em 1 só dia?

Note que Adão não precisou dar nomes a TODOS os animais criados, mas só aos 3 tipos: "...gado, e às aves ...e a todo o animal do campo..." ( Gên. 2:20). Tal tarefa seria muito fácil e divertida, ao ser executada por uma mente brilhante e perfeita, sem a contaminação do pecado, durando apenas poucas horas do sexto dia, antes da criação de Eva.


7 Se não havia morte, como se alimentavam os animais carnívoros?

NENHUM animal era carnívoro! Todos eram herbívoros ( Gên. 1:30).


8 Como a arca poderia abrigar todos os animais existentes no mundo?

A arca só precisava levar os animais "...em que há espírito de vida" (Gên. 6:17), ou seja, os que respiravam. Em Gên. 6:20 temos os 3 tipos: "...aves...animais...réptil...". Considerando que o se considera espécie hoje, são raças do mesmo animal, (ex: coiote, raposa, lobo, cão...) e que 90 % dos animais são menores que uma ovelha... apenas 30.000 animais precisariam ir a bordo, o que ocuparia apenas menos de 30 % do espaço da arca!


9 Por que os dinossauros foram extintos?

Por falta de comida no mundo pós-diluviano, com suas abundantes florestas devastadas, e pelo clima glacial muito mais agressivo aos répteis menos adaptáveis. Note, entretanto, que os dinossauros ainda viveram muitos anos, mesmo depois do dilúvio, fato mais do que óbvio pelos registros Bíblicos pós diluvianos, (Jó capítulos 40 e 41) e extra-Bíblicos (arqueologia, relatos pelo mundo), provando que homens e dinossauros foram contemporâneos. Isso é censurado pelos dogmas evolucionistas porque desacredita toda a sua "santa" coluna geológica.


10 Houve realmente uma era glacial?

Sim. Durante o dilúvio e anos após o mesmo, tudo leva a crer que a Terra teve o eqüilíbrio de temperatura quebrado, com uma era glacial provocando 3 coisas: 1- Um clima glacial de transição; 2- A existência de geleiras em áreas muito mais extensas do que hoje; e 3- O nível dos oceanos abaixo do que é hoje possibilitando ligações de terra entre continentes e conseqüente facilidade do espalhamento pelo mundo do homem e animais sobreviventes do dilúvio.


ESTÁ SATISFEITO ? QUE BOM!

Caso negativo, sinto muito, mas NÃO HÁ NADA MAIS NESSE MUNDO QUE POSSA SACIAR A ALMA DO HOMEM QUE NÃO SEJA A PALAVRA DE DEUS !

"E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade." ( 2 Tes. 2:11-12)

HOMENS E ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICO NUNCA CONVIVERAM

MEU COMENTÁRIO:


O Escriba Valdemir Mota de Menezes encontrou na WEB este texto abaixo sobre a origem da vida, dos animais pré-históricos e dos primeiros humanos e discorda de quase todo o texto. Os animais pré-históricos foram criados em outro tempo, em um mundo que foi destruído com a queda de Lúcifer. Esta catástrofe pré-adâmica deixou a terra sem forma e vazia (Gênesis 1.2). Em Gênesis 1, Deus criou o mundo do nada (Verbo hebraico “bara” – criar do nada). Do versículo 3 em diante, Deus RECONSTROI O MUNDO em 6 dias. Os animais pré-históricos viveram neste mundo de Gênesis 1.1. O homem nunca foi contemporâneo dos dinossauros, Aqui não está em questão a TEORIA DA EVOLUÇÃO. (Escriba Valdemir Mota de Menezes)

Perguntas mais frequentes:

RESPOSTAS DE 1 A 10

1 Com quem Caim se casou?

Fácil! Caim se casou com uma irmã ou com uma sobrinha! Veja em Gên. 5:4 que Adão e Eva tiveram "filhos e filhas..."! E muitos...! Note que a genética não era tão danosa e maléfica como hoje que é cada vez pior. Além do mais, não nos esqueçamos do mandamento de Deus para o único casal: "...frutificai e multiplicai-vos..." (Gên. 1:28). Tal ordem só poderia ser obedecida com casamentos dentro do primeiro núcleo familiar...


2 Quando os dinossauros foram criados?

Existem 3 tipos de dinossauros: Marinhos, voadores e terrestres. No quinto dia da criação (Gên 1:20-23) foram criados os dois primeiros tipos. Veja que foram criados os animais alados, répteis marinhos e as grandes baleias (ou dragões, monstros). No sexto dia, foram criados o restante dos animais: todos os terrestres foram criados, juntamente com o homem!


3 Como pode ter havido luz, se o sol foi criado no 4º dia?

A luz foi criada no primeiro dia (Gên. 1:3), juntamente com a sua fonte, localizada e temporária, de modo a suprir iluminação para a terra, até a criação do sol, no quarto dia de 24 horas. O homem não precisa, então, cultuar o sol, o que é uma abominação ao Senhor (Sofonias 1:5 e Atos 7:42), pois só Ele, e não qualquer parte da criação, é o sustentador da vida!


4 Quando os anjos foram criados?

Os anjos, incluindo Lúcifer, foram criados no primeiro dia, pois todos os seres angelicais foram criados justos e se rejubilaram ao ver a criação. Em Ezequiel 28:15 aprendemos que Lúcifer foi criado em um dia (primeiro "yowm") de 24 horas!


5 Quando ocorreu a queda de Satanás

Em algum momento entre "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom..." ( Gên. 1:31) e "Ora, a serpente era a mais astuta..." ( Gên. 3:1)


6 Como pode Adão dar nome a todos os animais em 1 só dia?

Note que Adão não precisou dar nomes a TODOS os animais criados, mas só aos 3 tipos: "...gado, e às aves ...e a todo o animal do campo..." ( Gên. 2:20). Tal tarefa seria muito fácil e divertida, ao ser executada por uma mente brilhante e perfeita, sem a contaminação do pecado, durando apenas poucas horas do sexto dia, antes da criação de Eva.


7 Se não havia morte, como se alimentavam os animais carnívoros?

NENHUM animal era carnívoro! Todos eram herbívoros ( Gên. 1:30).


8 Como a arca poderia abrigar todos os animais existentes no mundo?

A arca só precisava levar os animais "...em que há espírito de vida" (Gên. 6:17), ou seja, os que respiravam. Em Gên. 6:20 temos os 3 tipos: "...aves...animais...réptil...". Considerando que o se considera espécie hoje, são raças do mesmo animal, (ex: coiote, raposa, lobo, cão...) e que 90 % dos animais são menores que uma ovelha... apenas 30.000 animais precisariam ir a bordo, o que ocuparia apenas menos de 30 % do espaço da arca!


9 Por que os dinossauros foram extintos?

Por falta de comida no mundo pós-diluviano, com suas abundantes florestas devastadas, e pelo clima glacial muito mais agressivo aos répteis menos adaptáveis. Note, entretanto, que os dinossauros ainda viveram muitos anos, mesmo depois do dilúvio, fato mais do que óbvio pelos registros Bíblicos pós diluvianos, (Jó capítulos 40 e 41) e extra-Bíblicos (arqueologia, relatos pelo mundo), provando que homens e dinossauros foram contemporâneos. Isso é censurado pelos dogmas evolucionistas porque desacredita toda a sua "santa" coluna geológica.


10 Houve realmente uma era glacial?

Sim. Durante o dilúvio e anos após o mesmo, tudo leva a crer que a Terra teve o eqüilíbrio de temperatura quebrado, com uma era glacial provocando 3 coisas: 1- Um clima glacial de transição; 2- A existência de geleiras em áreas muito mais extensas do que hoje; e 3- O nível dos oceanos abaixo do que é hoje possibilitando ligações de terra entre continentes e conseqüente facilidade do espalhamento pelo mundo do homem e animais sobreviventes do dilúvio.


ESTÁ SATISFEITO ? QUE BOM!

Caso negativo, sinto muito, mas NÃO HÁ NADA MAIS NESSE MUNDO QUE POSSA SACIAR A ALMA DO HOMEM QUE NÃO SEJA A PALAVRA DE DEUS !

"E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade." ( 2 Tes. 2:11-12)

samedi 7 janvier 2012

HOMEM DE PILTDOWN


 O escriba Valdemir Mota de Menezes tem certeza que a Teoria da Evolução é uma farsa em todas as suas afirmações. Ela foi criada e é mantida para satisfazer a mente dos seus incrêdulos em sua fé e convicção de que não há Deus.








Homem de Piltdown.





Fig. 1. Homem de Piltdown: Reconstituição do "elo" perdido: Fraude vergonhosa de uma ciência falsa que, como hoje, é manipulada por inescrupulosos evolucionistas. De modo arrogante eles povoam as faculdades e universidades, arrebanhando milhares de adeptos que pensam que a seita evolucionista é um fato comprovado.




Fig. 2. Vista frontal do crânio do Homem de Piltdown: Note que a parte branca é reconstituição artística. Os ossos (cor escura) foram fraudados. É... cientista também mente!




Fig. 3. Acima, nota-se a vista lateral a 45º da face direita do crânio do Homem de Piltdown: Note que neste lado, o direito, foi no qual a mandíbula foi "encaixada".
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Para resumir, em 1912 uma gangue de fraudulentos, querendo ganhar notoriedade e explorando a crendice de uma sociedade apóstata que queria acreditar na evolução de qualquer jeito, inventou um homem macaco chamado Piltdown. Os mentirosos juntaram um pedaço de crânio humano (datado posteriormente como tendo apenas 650 anos) com a mandíbula de um macaco. Os dentes foram lixados e tudo tratado com substâncias químicas para parecer objeto fossilizado. Depois de 40 anos exposto no museu britânico e 90 teses de doutorado dos eruditos ateus, a fraude veio à tona. Que vergonha, que escândalo, que palhaçada! É só dar tempo suficiente, que todas as falsas evidências da evolução se desmancham como pó!



Fig. 4 - Dos fragmentos
 fraudados, foi produzida esta escultura: O Homem de Sussex. Uma criatura que só existe na cabeça dos evolucionistas ! Abaixo, a gangue trabalhando. De branco: Arthur Keith


Fig. 5 Os cientistas não são sempre lúcidos e imparciais. A prova disso está na foto acima: uma verdadeira gangue sem compromisso com a verdade, forjando a "prova" de um elo perdido (homem de Piltdown) que foi aceito sem exame por uma sociedade apóstata que queria, como hoje, aceitar uma filosofia anti-Deus! Da esquerda para a direita atrás: Barlow, Elliot Smith, Dawson, Woodward. Na frente da esquerda para a direita: Underwood, Arthur Keith, Pycraft e Lankester.

Fig. 6 -Dentes fraudados e lixados. O antropólogo e jesuíta Teilhard de Chardin (1881 - 1955), místico, esotérico oriental e evolucionista, era cúmplice da gangue e estava envolvido até o pescoço com esta fraude! Dentes de elefante e hipopótamo achados no local da "descoberta" ( Piltdown, Inglaterra) eram na verdade provenientes de Malta e da Tunísia, onde Chardin colecionava espécimes entre 1905 a 1908. Foi Chardin que "achou" o canino crucial .

HOMEM DE NEANDERTHAL

O Homem de Neanderthal tratava-se de um humano como nós, descendente de Adão e Eva, era uma raça de humanos, não era uma espécie de raiz diferença dos demais homens. (Escriba Valdemir Mota de Menezes)
Fig. 7 - Descoberto em 1859 na cidade de Neanderthal, Alemanha, este suposto ancestral do homem na cadeia evolutiva não passa de um homem comum. Possuia uma capacidade craniana maior que o homem atual. A média é 1500 cc e o Neanderthal possuia 2.000 cc. Mas isso prova o quê? Há variações de volume e de formato entre as diversas raças que estão dentro da mesma espécie humana! O homem de Neanderthal tinha uma doença nos ossos chamada de osteoartritis, causada pela deficiência de vitamina D na sua alimentação. Ele era igual a qualquer um de nós!

HOMEM DE NEBRASKA

As ilustrações dos homens pré-históricos são baseadas na fantasia, na arte e na mentira. Com um dente eles querem reconstruir um corpo inteiro. Totalmente impensável (Escriba Valdemir Mota de Menezes) 3. Homem de Nebraska.
Fig. 8 - Esta figura acima mostra a vista em 4 ângulos diferentes de um mesmo dente. Este dente pelo poder miraculoso da evolução se transformou na criatura abaixo:







 Fig. 9 - Desenho do Nebraska Man, feito por Amedee Forester e publicado da revista Illustrated London News em 1922

















 Não é lindo isso? Inventaram uma piada sobre esta palhaçada dizendo que se os evolucionistas achassem o esqueleto completo do homem de Nebraska, certamente iriam montar todo o álbum de família! Agora a verdade: De um dente, montaram a mandíbula. Da mandíbula, montaram o crânio. Do crânio, montaram o esqueleto. Do esqueleto, fizeram pele, cabelo e até a sua namorada ou esposa (agachada no desenho). Fizeram a famosa exposição sobre a evolução em Dayton, Tennessee, chamada de Scopes Trial, quando o Homem de Nebraska foi apresentado como prova incontestável da evolução. Quando William Jennings Bryan protestou contra os argumentos apresentados e pela insuficiência, riram-se dele ridicularizando-o. Em 1927 descobriram a fraude: O dente era de um porco chamado Peccary.

mercredi 29 juin 2011

NEOLITICO

El escriba Valdemir Mota Menezes, con muchas reservas examinala prehistoria, como los elementos culturales de este período es muy subjetiva su interpretación. Las fechas también puede ser afectada por el cambio climático que hacen que los métodos sean no fiables. Una cosa es cierta, somos descendientes de Adán y Eva,un producto instantáneo criación y no una evolución, ni mismo accidental, ni dirigida, como se afirma por algunos cristianos no creyentes.

El texto abajo, el escriba he leido en el sitio: http://www.biblioteca-tercer-milenio.com/genesis/Apuntesde-Historia-De-Mesopotamia.htm



Apuntes de Historia del Antiguo Oriente


La RevoluciOn NeolItica:

Su esencia consiste en la aparición de técnicas para la producción de alimentos (agricultura y ganadería) que reemplazaron a las técnicas de simple explotación del alimento existente en la naturaleza (caza y recolección). En Medio Oriente se dan casos de agricultura no sedentaria y de la presencia de culturas neolíticas acerámicas.

Período de Producción Incipiente: 10.000 a 7500 a.C. Algunas especies de pequeños rumiantes entran poco a poco en una especie de simbiosis con los grupos humanos que en algunos casos desembocará en la domesticación (sobre todo en las cabras y ovejas). En el caso de las gacelas no se pasa de este estadio.

La domesticación provoca el aprovechamiento de la leche y el pelo (o la lana) de estos animales, limitándose el sacrificio de muchos. Se forman rebaños que son propiedad de grupos humanos, que son conducidos estacionalmente a los pastos.

La recolección repetida de gramíneas silvestres y la consiguiente concentración de semillas junto a los núcleos habitados debieron dar paso a los primeros experimentos de cultivo (cebada en toda la zona, trigo en Siria-Palestina).

Todo esto provoca cambios en las formas de organización social. Las comunidades construyen casas redondas en campamentos permanentes (en donde se dan los primeros intentos de cultivo) y campamentos estacionales para la caza (que sigue siendo la actividad principal). Surgen los primeros silos para guardar las cosechas de un año a otro (se ha superado el problema diario de alimento) y la tenencia de rebaños y tierras de cultivo implican la presencia del concepto de propiedad y de alimentación.

Esta fase está representada por el Natufiense (la más antigua), y existen ejemplos en el Kurdistán, los Zagros e Irán. En el Neolítico Acerámico A en Siria-Palestina aparecen los primeros indicios seguros de cultivo ya que las especies silvestres cultivadas están fuera de su ámbito de origen. Poco después, en Khuzistán aparecen los primeros indicios de domesticación de cabras y ovejas.

Neolítico Pleno (Cerámico):

Entre el 7500 a 6000 ya existen aldeas sedentarias de 250 a 500 personas con cazas de planta cuadrangular y con una economía basada en el cultivo de gramíneas y leguminosas así como en la cría de ovejas, cabras, cerdos y al final de este período, vacas. Existen evidencias de cooperación interfamiliar (fortificaciones en Jericó). Los contactos interregionales alcanzan un desarrollo notable, por ejemplo en la difusión de la obsidiana (desde Anatolia y Armenia). Surgen técnicas neolíticas como los tejidos (de lana y lino), la cerámica (que surge en la zona de los Zagros), la utilización del cobre forjado.

Entre el 6000 y el 4000 surgen varias culturas plenamente neolíticas originadas al pie de las cordilleras que luego se expanden a la meseta iraní y anatólica y a la llanura mesopotámica. La base económica es la producción agropecuaria con una fuerte selección de las especies domesticadas. Los cultígenos ya han salido de su área de distribución silvestre y su cultivo en los valles depende de las primeras técnicas de regadío. El riego artificial (de oasis en Jericó, de drenaje y canalización en Eridú, y de meseta en Catal Huyuk) surge en esta fase.

Se seleccionan unas pocas especies para la cría: el perro (para cuidar los rebaños), las ovejas y cabras (difundidas en toda la zona) los cerdos, bóvidos y burros (como animales de carga). Esta ganadería puede ser sedentaria (bóvidos), de corto radio (cerdos), o trashumante (cabras y ovejas). La ganadería aporta carne, productos lácteos, fibras textiles y trabajo pesado. Se incrementa el uso de tejidos y cerámica.

Las aldeas son pequeñas y están diseminadas, separadas por áreas residuales donde se realizan la caza y recolección. El grado de conflictividad entre las mismas es bastante bajo ya que las armas no están lo suficientemente especializadas para poder distinguir entre las de uso bélico y las de caza. La dimensión económico-productiva es local, pero existen agregados culturales a escala regional y relaciones “comerciales”.

En cuanto a la alimentación, las aldeas son autosuficientes, pero comercian materiales preciosos que no son voluminosos ni pesados. Se utiliza el trueque de aldea en aldea o quizá su difusión fuera realizada por viajeros que conectan directamente el lugar de origen con el de destino. Tal vez el cambio tecnológico y organizativo estuvo acompañado por la sucesión de tráficos comerciales.

La estructura social se centra en algunas cabezas de familia (ancianos o patriarcas), aunque no aparecen diferencias significativas de rango. No hay especialistas y las actividades están relacionadas directamente con la producción de alimento (el tejido y la cerámica también). No existen edificios públicos como los templos y almacenes comunitarios.

Presencia de religiosidad en dos aspectos: funerario y otro relacionado con la fertilidad (humana, vegetal y animal). Es religiosidad porque las representaciones reflejan concepciones sobre hechos naturales (fertilidad, etc.) y no son personalidades divinas individualizadas.

Las variantes regionales del Neolítico Pleno:

Las zonas donde fueron trasplantados los ecosistemas que no existían en estado silvestre (que durante la agricultura incipiente fueron zonas relegadas), ahora van a ocupar el primer plano ya que allí esos ecosistemas encuentran espacios más amplios para desarrollarse: las mesetas anatolia e iraní y la llanura mesopotámica.

Hacilar (5400–4800) posee asentamientos muy diferentes al de Catal Huyuk. Las casas son pluricelulares, con patios, circulación al ras del suelo, pero sin decoraciones de culto. La industria lítica es de poco valor y la cerámica está pintada (rojo sobre crema). Sin embargo se producen remodelaciones y se pasa de las casas plurifamiliares a las monofamiliares en el nivel II. En el nivel I las casas son compactas con acceso por la azotea.

Hasan (4900–4500) se enlaza con el nivel I de Hacilar. Las viviendas son monocelulares compactas. La cerámica es pintada igual que en Hacilar (rojo sobre crema), pero luego aparece la policromía, quizá por influencia de Halaf..

Mersin (4500–4300) posee cerámica policroma pulimentada y las casas forma una barrera con el exterior, pero esto no indica necesariamente la presencia de programación pública.

Las zonas de vanguardia durante el proceso de producción incipiente (la Siria-Palestina natufiense y los Zagros) se hallan en crisis durante el Neolítico Cerámico. Palestina experimenta un agotamiento, mientras que la zona del Zagros se da una crisis de transferencia hacia las llanuras mesopotámicas.

Alta Mesopotamia:

Umm Dabaghiya (6000–5500) es la primera cultura cerámica de Mesopotamia. La cerámica es pintada. Las casas son rectangulares con varias habitaciones y almacenes adosados. La agricultura y la ganadería son muy pobres, porque el ambiente es bastante árido. La base del sustento es la caza del onagro salvaje.

Hassuna (5500–5000) esta cultura sucede a la de Umm Dabaghiya y es contemporánea con la primera fase de Samarra y de Halaf, siendo absorbida por esta última en sus fases media y tardía. Al igual que en Umm Dabaghiya las casas son rectangulares y los almacenes monocelulares forman una masa compacta. La base económica es la agricultura de secano, la ganadería y la caza. La cerámica es un poco más avanzada que en Umm Dabaghiya y los instrumentos líticos son bastante pobres.

Samarra (fase antigua: 5600–5400; fase intermedia: 5400–5000; fase tardía: 5000-4800). Fase antigua: las casas están rodeadas por un recinto amurallado. Se encuentra presente la agricultura de regadío y la caza ya es algo marginal. La cerámica es pintada y posee un gran valor artístico.

Halaf (fase antigua: 5600–5300; fase intermedia: 5300–4800; fase tardía: 4800-4500) Durante la fase antigua esta cultura está presente en Asiria, pero en la fase intermedia se propaga por toda la Alta Mesopotamia, mucho más ampliamente que cualquier cultura anterior. La economía es netamente agro-pastoril de secano, basada en la cebada, las cabras y ovejas. Los asentamientos tienen rasgos de arcaísmo, con viviendas de tamaño reducido, redondas y con cúpula. En cambio su cerámica polícroma se sitúa en la cima del desarrollo del Neolítico del Medio Oriente. Esta cultura es suplantada por la de Ubaid.

Baja Mesopotamia:

Eridu (5000–4500) esta cultura surge de improviso en la zona del Bajo Eufrates ya que no conocemos su proceso de formación. La agricultura es de regadío pero también es importante la pesca. Esta unidad cultural comprende las posteriores áreas de Sumer, Akkad y Elam. Se distingue bien de la cultura contemporánea de Halaf ya que responde a otro tipo de ecosistema (agricultura de cereales y ganado bovino). En los niveles 17 a 15 (hacia el 5000)

El Ubaid (fase clásica: -4500 a –4000; fase tardía: 4000-3500) su punto de partida es la cultura de Eridu. En esta etapa el sur mesopotámico alcanzará la vanguardia tecnológica y organizativa del Medio Oriente mientras que la cultura de Halaf experimentará una crisis progresiva y aún no explicada y en el norte será suplantada por la Ubaid. La fuerza expansiva de esta cultura llegará hasta el Khabur.

La cerámica es una continuación de la cultura de Eridu. Se excavan acequias para llevar agua a zonas donde no se podría cultivar de otro modo. También se realiza el drenaje de pantanos. A lo largo de estas acequias se sitúan los asentamientos agrícolas y la ganadería se basa en bóvidos, ovejas y cabras.

Las dimensiones de los templos denotan la separación de la función de culto y su incidencia en la organización centralizada del poder económico y político (el culto visto como una actividad comunitaria, , ofrendas en los templos, movilización de mano de obra para la construcción de templos, probable sacerdocio profesional). Presencia de productos artesanales fruto de un trabajo especializado dada su elaboración. La cerámica del Ubaid clásico está hecha a mano y es de gran calidad, mientras que la del Ubaid tardío comienza a producirse en serie gracias al uso del torno (se reduce la calidad), lo que significa que ya hay artesanos con dedicación de tiempo completo. Esta cultura ya conoce y desarrolla la metalurgia del cobre. La sociedad comienza a estratificarse funcional y económicamente. Se observan diferencias en el nivel económico de los difuntos en su ajuar funerario.

Parece que el punto de partida de esta creciente complejización es la ampliación de la producción agrícola que se desarrolla gracias a la irrigación extensiva y a la introducción del arado de tiro animal. El aumento de la productividad agrícola y la existencia de excedentes permite mantener a especialistas de tiempo completo, creando un polo redistributivo central. Se produce una especialización laboral y funcional, la estratificación social y la aparición de funciones de coordinación y decisión.

La Baja Mesopotamia experimenta un gran crecimiento demográfico y productivo. En cambio, la Alta Mesopotamia, que hasta este momento no tenía nada que envidiar a la zona meridional en cuanto a cultura y tecnología, tiene unas posibilidades limitadas de desarrollo agrícola y demográfico, por lo que mantiene su papel de centro comercial. Comienza a formarse un sistema interregional donde un área preponderante en el orden demográfico, productivo y organizativo (el área mesopotámica) se relaciona con zonas marginales que proporcionan metales y piedras duras y sufren la influencia mesopotámica en el aspecto organizativo, pero el poder se basa más en la personalidad de los jefes de familia que en el poder despersonalizado del templo. Entre el Ubaid Tardío y el Uruk Antiguo no hay ruptura. El desarrollo técnico y organizativo sigue la misma dirección (solo hay un cambio en la cerámica pintada del Ubaid a la cerámica pulimentada gris y roja del Uruk)